Security Blog - Dicas de segurança patrimonial para gestão de negócios

A vantagem da terceirização na substituição de profissionais por motivo de falta

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Imagine a seguinte situação: uma empresa elaborou uma escala de folgas para os vigilantes durante os feriados do Natal e Ano Novo. Nessa época, os demais funcionários entram em férias coletivas e apenas aqueles que são responsáveis pela segurança do patrimônio trabalham no período. Durante o feriado de Natal, um dos colaboradores falta, não cumprindo a escala combinada e desfalcando a equipe. O que fazer?

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Entenda as 4 vantagens cruciais da terceirização da segurança para sua empresa

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No Brasil, os índices de criminalidade mostram que o país é um dos mais inseguros do mundo. O Índice de Progresso Social (IPS) revela que o Brasil ocupa a 11a º posição entre os países mais perigosos – numa avaliação que envolve 132 países. O cenário de insegurança tem contribuído para o crescimento dos serviços de segurança privada.

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Conheça 8 pontos essenciais para escolher um fornecedor de segurança patrimonial

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No momento de escolher um fornecedor de segurança patrimonial, as empresas devem considerar as seguintes recomendações para garantir a qualidade e a eficiência dos serviços prestados:

1- Histórico da Empresa e Localização

Busque o máximo de informações sobre a empresa contratada. Procure saber há quanto tempo ela está no mercado, quantos e quais clientes ela possui, se já atuou ou se está atuando de forma ilegal, por exemplo.  Como o segmento de segurança patrimonial é regulamentado pelo Ministério da Justiça, no site da Polícia Federal é possível consultar a situação da futura contratada. A localização da empresa também é importante, pois ela deve ter as devidas licenças e alvarás de funcionamento para o estado da federação onde prestará os serviços. (mais…)

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Curso de formação de vigilantes: A importância do treinamento de vigilante armado

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Dado o cenário do aumento de violência nas cidades brasileiras, as empresas têm contratado cada vez mais o serviço de segurança privada. De acordo com o anuário de segurança pública 2016, o Brasil ultrapassou a Síria na quantidade de vítimas de morte violentas intencionais (o que envolve crimes de latrocínios) no período de 2011 a 2015.

Porém, é importante saber que este é um segmento em que atuam também empresas de segurança privada inidôneas e clandestinas, expondo a contratante do serviço à uma série de riscos.  

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Atenção aos aspectos legais da terceirização de segurança patrimonial

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O Brasil é um dos países mais inseguros do mundo. De acordo com informações do Índice de Progresso Social (IPS), ele ocupa a 11º posição entre os países mais perigosos – numa avaliação que envolve 132 países. Dados do relatório informam também que a violência é o principal item que puxa para baixo o desempenho do país.

Optar pela contratação de uma empresa especializada em segurança patrimonial tem sido tendência para as organizações. Porém, é preciso contratar uma empresa de qualidade e assim evitar vários riscos que podem envolver trabalhar com uma companhia inidônea, pouco estruturada ou inexperiente.  Veja alguns deles a seguir:

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Vantagens da terceirização de serviços: redução de custos e aumento da qualidade e efetividade

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A terceirização de serviços tem sido a opção de diferentes companhias que buscam melhorar produtividade e competitividade no mercado no qual atuam. Uma pesquisa de 2014 da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que 69,7% das indústrias dos mais diferentes ramos – transformação, extrativas e construção civil – contratam empresas de serviços terceirizados e 84% das organizações que transferem atividades para outras empresas executarem pretendem manter ou ampliar a utilização do recurso nos próximos anos.

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Por que optar pela terceirização de segurança patrimonial em empresas?

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Se eu quiser diferentes serviços de segurança patrimonial, vou ter que procurar empresas distintas? Será que a minha empresa consegue um contrato de prestação de serviços simples e mais flexível? E se meu orçamento não for suficiente para a contratação de terceiros para todas as soluções de segurança que preciso?

Uma das dúvidas que podem surgir no momento da contratação de empresas de segurança patrimonial é como ela atenderá às demandas e especificidades de cada organização. Muitas vezes, o empresário identifica a demanda dentro da sua companhia e decide pela contratação de serviços de segurança patrimonial terceirizados, mas esbarra em dúvidas como as listadas acima.

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Vantagens e desvantagens da terceirização de serviços (facilities)

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A terceirização de mão de obra tem sido cada vez mais uma opção na gestão administrativa para os empresários. Para se ter dimensão de quanto isso é importante, uma recente pesquisa da Fiesp mostrou que das empresas que utilizam a terceirização de serviços, 70,9% o fazem devido à especialização da atividade desempenhada. A liderança entre as áreas terceirizadas é a segurança e/ou serviços de vigilância (59,8% das empresas) seguida por serviço de limpeza e conservação, conhecido como facilities services (55,4%).

A área de segurança – que engloba vigilância patrimonial; transporte de valores; escolta armada; segurança pessoal; e curso de formação de vigilantes – se destaca na pesquisa porque nos últimos anos esse segmento tem evoluído e se tornado cada vez mais profissional.

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Quem contrata segurança patrimonial clandestina deve estar preparado para correr mais riscos ao invés de estar mais seguro

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A clandestinidade no setor de segurança privada no Brasil é um tema debatido e questionado há muito tempo, mas que ainda não encontrou uma forma de ser devidamente solucionado. Parece impossível identificar, fechar e punir seus responsáveis, simplesmente por ser uma “empresa fantasma”. Mas e se o contratante passar a ter um papel mais relevante nesta história?

Para ficar mais clara essa ideia podemos fazer uma comparação com a Lei Antifumo (Lei n°13.541) vigente desde 2009, que proíbe fumar em ambientes fechados e/ou cobertos. A lei, na prática, mostrou-se muito eficaz e um dos principais motivos para isso foi aplicação da multa para o proprietário do imóvel e não para o fumante. Experimente acender um cigarro dentro de um bar, em poucos minutos será abordado por um funcionário que vai direcioná-lo ao fumódromo ou pedir para que apague o cigarro.

Sabemos que uma lei ou regra onde a certeza da punição somada a uma forte “dor no bolso” tem mais chances de “pegar” no Brasil, que o digam a Lei Maria da Penha e da Pensão Alimentícia. Outro bom exemplo é do uso do cinto de segurança; no início da lei que obrigou o seu uso, em 1997, muita gente o fez para não ser multado e, com o tempo, assimilou a sua importância para nossa proteção, hoje é automático entrar no carro colocá-lo.

Para ter ideia do tamanho da clandestinidade no segmento de segurança privada no Brasil, estima-se que temos três vigilantes ilegais para um legal. De acordo com o levantamento da Polícia Federal, em setembro de 2015 o Brasil contava com exatos 611.117 vigilantes legalmente ativos. Então pode-se estimar que temos cerca de 1.8 milhão “vigilantes” clandestinos, operando à margem da lei, sem garantias trabalhista e jurídicas, sem a devida formação e treinamento. Preocupante ou não?

Mas por que empresas de segurança clandestinas existem? Simples: porque há quem as contrate, querendo acreditar que é exequível receber serviços 30% mais baratos que o mercado aponta, quando, pelo menos, 85% dos custos são compostos por despesas obrigatórias como remuneração, encargos, impostos e insumos, sobrando 15% para se administrar custos operacionais e lucro. Mas se não é possível comprar um veículo sem pagar o IPI, por exemplo, por que se pode comprar segurança privada sem arcar com todos os custos legais?

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Na teoria, as complicações de uma empresa que contrata segurança ilegal são muitas. O desafio passa por aumentar a certeza da punição, se a lei não for cumprida. Se uma empresa é clandestina, ela não pode registrar os funcionários (pelo menos na função certa – de vigilante – pois seria controlada pela Polícia Federal), nestes casos, é certo que problemas trabalhistas virão com mais ou menos dias e o tomador de serviços será incluído no pólo passivo. E a formação técnica, treinamento, reciclagem e avaliação psicológica para exercício da função. Vamos acreditar que uma empresa clandestina ou até mesmo legalmente estabelecida, mas sem autorização de funcionamento emitido pela Polícia Federal – não confundir com alvará de funcionamento, investirá na capacitação e proteção de seus funcionários? Óbvio que não.

Outra preocupação é com o compliance. As empresas exigem cada vez mais que seus parceiros e prestadores de serviços sigam à risca (e provem isso) todas as determinações de órgãos de regulamentação, abrangendo as áreas fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, social, etc. Para algumas empresas, tudo isso é despesa e perda de tempo. Para outras, compliance é segurança, tranquilidade, economia, foco, produtividade, imagem de marca e reputação. Diga não à clandestinidade.

 

** Erasmo Prioste é Diretor Comercial da Security Segurança e Serviços

 

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Dia Mundial do Meio Ambiente: reciclagem de uniformes como aliada da sustentabilidade

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Hoje, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, é a data ideal para falarmos um pouco sobre o descarte consciente e responsável de resíduos da indústria têxtil. Poucos sabem, mas os uniformes para vigilantes que trabalham em uma empresa de Segurança Patrimonial devem ser trocados pelo menos uma vez ao ano, quando não semestralmente, por questões contratuais com os clientes.

Pensando nisso, somado ao fato de mais de 1 milhão de toneladas de lixo provenientes da confecção têxtil ser descartado por ano no mundo todo, a Security é parceira da Retece, de Santo André-SP, projeto do Instituto Ecotece, que atua há dez anos na temática de moda sustentável.

Reciclagem com roupas usadas é prática da Security com uniformes feitos para vigilantes

Uniformes que seriam descartados são enviados à Retece, que segue as premissas da economia solidária e responsabilidade social. Com a prática da moda sustentável, costureiras que fazem artesanato com retalhos de tecido criam objetos para uso do dia-a-dia, como nécessaires, ecobags, cases, estojos, etc. Desta forma, uniformes que seriam descartados recebem nova utilidade com criatividade de costureiras que se unem para gerar renda e melhorar a comunidade onde vivem.

Ideias sustentáveis para facilitar o processo de reciclagem de roupas

A reciclagem de roupas usadas e outros produtos têxteis é muito complexa, para que o material volte a ser fio novamente ele deve ser separado por matéria-prima e comprimento de fibra. Para facilitar esse processo de reciclagem de roupas e apoiar o trabalho de diversas ONG’s, uma alternativa é reaproveitar o material no estado que ele se encontra.

Moda e sustentabilidade: uma reflexão necessária

Por pensar no quanto a indústria têxtil pode contaminar o meio ambiente, já que os tecidos passam por inúmeros processos de tingimento e tratamento com substâncias altamente químicas, foi que a Security decidiu buscar uma alternativa para reaproveitar melhor os uniformes descartados. O que muitos fazem é simplesmente queimar esses materiais ou depositá-los em lixões, o que não é nada aconselhável quando pensamos em nosso meio ambiente.

Faz parte da missão da Security realizar projetos de preservação ao meio ambiente, com soluções inteligentes e que contribuam com o desenvolvimento de nossa sociedade.

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