Segurança patrimonial: Controle de acesso exige equipe treinada e tecnologia adequada ao negócio

- por Security

25 de Junho de 2021

Procedimentos de segurança responsáveis pela proteção patrimonial de uma empresa ou condomínio exigem estudos adequados para determinar as tecnologias apropriadas para cada negócio, o que é essencial para definir se o acesso será feito por meio de crachá, reconhecimento facial ou de íris, leitor de QR Code ou, ainda, de maneira remota.

“O avanço da tecnologia é bem-vindo na proteção patrimonial, uma vez que sistemas de controle fornecem informações estratégicas, em tempo real, que influenciam diretamente a gestão das operações, protegendo pessoas, processos e bens”, destaca Marcelo Marques, Chief Commercial Officer (CCO) da Security.

O executivo reforça que é necessário contar com equipes treinadas e qualificadas para garantir que os procedimentos de segurança sejam cumpridos.

Conheça algumas das principais ferramentas de controle de acesso e como elas agregam mais segurança para a proteção patrimonial de qualquer empresa:

Acesso por crachá

O crachá é uma solução importante para a segurança empresarial, uma vez que é utilizado para segmentar públicos reduzindo as chances de acessos indevidos que possam colocar em risco a integridade física das pessoas e o patrimônio da organização.

“Com um cartão magnético é possível fazer o rastreamento do seu portador, munindo a equipe de vigilância de informações para prevenir e solucionar situações de risco”, comenta Marcelo.

 Mesmo com todas as ferramentas e sistemas de proteção, o uso de crachás também depende do comportamento do usuário. De acordo com o executivo, as pessoas precisam ter em mente que emprestar a identificação torna a empresa vulnerável. O CCO explica ainda que “não comunicar a perda deste dispositivo também aumenta o risco para todos.’’

 Tecnologias touchless e suas aplicações

À medida que empresas e condomínios almejam mais segurança patrimonial, tornou-se necessário também buscar alternativas que tragam mais proteção para a saúde de quem transita em locais com fluxo moderado ou elevado de pessoas.

“O conceito Touchless ganhou força com a pandemia do COVID-19, que exigiu mudanças na forma de se controlar o acesso em condomínios residenciais e corporativos, para reduzir a necessidade de interação física em locais comuns”, comenta Marcelo.

 As soluções vão de encontro às necessidades atuais e incluem câmeras termográficas e algoritmos que escaneiam a face das pessoas e medem a temperatura de forma automatizada, além de sistemas onde os visitantes realizam web check-in em seus smartphones depois de receberem um QR Code exclusivo para essa finalidade, enviado pela pessoa a ser visitada.

Essas alternativas estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, uma vez que permitem reduzir contato entre pessoas, além de fornecer dados de ocupação das edificações em tempo real para auxiliar na conformidade, monitoramento e cumprimento à risca dos procedimentos de segurança.

- Reconhecimento facial

A evolução desta tecnologia tem beneficiado a segurança de empresas - ganhando destaque com a pandemia do novo Corona vírus. É um sistema que analisa detalhes do rosto e atrela essa leitura a uma identidade (usando aspectos únicos de um indivíduo para associá-lo a um nome ou número de documento).

“Além de medir a temperatura das pessoas, também reconhece os dados de acesso mesmo se o visitante estiver usando máscara de proteção, por exemplo”. Explica Marcelo.

O reconhecimento facial é um avanço do conceito de VMS (Vídeo Monitoring System), que traz soluções embarcadas com sistemas de CFTV (Circuito Fechado de Televisão), controle de acesso, monitoramento com câmera, entre outros.

A incorporação da tecnologia de reconhecimento facial facilita bastante o trabalho dos profissionais das centrais de monitoramento, diminui os custos de operação e eleva os padrões de proteção patrimonial e gestão de riscos, esclarece o CCO.

- Reconhecimento de íris

Nesse caso, o cliente tem um sistema que mapeia a íris das pessoas por meio de iluminação infravermelha. Faz-se uma foto dessa área do olho, cuja informação é única, e os dados são armazenados quase que da mesma maneira que no reconhecimento facial – atrelando a leitura aos dados pessoais.

“Desta forma, toda vez que essa pessoa se aproximar do equipamento, a leitura é feita e a entrada nas áreas previamente determinadas é liberada”, detalha Marcelo.

 O executivo explica que reconhecimento ou biometria de íris traz vantagens importantes, como “ausência de contato físico durante a digitalização e desempenho preciso na correspondência e captura à distância”. E leitura de íris é muito difícil de ser falsificada e não muda muito à medida que as pessoas envelhecem, o sistema mantém ainda mais elevado o nível de precisão do registro.

 - Entrada por QR Code

Bastante eficaz, o sistema de leitura de QR Code vem ganhando espaço no controle de acesso de condomínios, empresas ou estacionamentos.

“É sempre necessário apresentar um documento original e válido para o processo de confirmação, o que pode ser um risco para a privacidade do condômino e do visitante, pois expõem essas informações”, destaca Marcelo.

 Para ele, este sistema reduz a vulnerabilidade, aumenta a proteção dos dados pessoais dos envolvidos e traz ainda mais agilidade na liberação, já que o cadastro é realizado previamente junto à administradora do condomínio, que envia um QR Code para o visitante – pode ser por e-mail, SMS ou WhatsApp.

Neste código, estão contidas as informações da visita: data e hora previstas, período de estadia, placa de veículo etc. Basta apontar o código para o leitor da cancela para a entrada ser liberada.

“Se, no momento da visita, as informações lidas no QR Code não estiverem em conformidade exata com as que constam no sistema, a entrada não será liberada, evitando problemas para a segurança”, reforça.

- Portaria remota

A portaria remota substitui parcial ou totalmente a presença física de um controlador de acesso no local. “A partir de uma central de monitoramento remota, um operador faz a abertura e fechamento dos portões, com toda a movimentação do visitante filmada e gravada por câmeras de segurança 24 horas”, detalha Marcelo.

A operação acima inicia-se após o colaborador da central de monitoramento contatar o visitado - por interfone, telefone ou app específico - e receber dele autorização para dar acesso ao visitante.

 O executivo da Security explica que, para que a portaria remota atenda realmente as necessidades de empresas ou condomínios, é preciso contratar um parceiro que domine instalações prediais e especializado em gestão da segurança. “Esse trabalho é muito sério e só deve ser feito por profissional bastante experiente e treinado.”

Marcelo finaliza detalhando que “seja qual for o sistema de controle de acesso, o importante é garantir a entrada de pessoas autorizadas, bloquear os não autorizados e gerenciar níveis de acesso aos ambientes, mantendo a segurança de todos, a integridade de bens e o sigilo das informações”.

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