Segurança e vigilância patrimonial: quando optar pelo uso de armas não letais

- por Security

26 de Maio de 2021

Para reforçar a proteção, shoppings, repartições públicas, indústrias e até mesmo condomínios residenciais ou empresariais, podem estruturar um projeto de segurança que tenha o apoio de armas não-letais. “O avanço tecnológico tornou possível a utilização de uma série de armamentos capazes de solucionar conflitos de forma gradual, reduzindo a letalidade das ações”, explica Marcelo Marques, Chief Commercial Officer (CCO) da Security.

O conceito ‘não letal’ foi estabelecido nos Estados Unidos e na Europa no início da década de 1990. De acordo com a OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte), armas não-letais são projetadas e empregadas para incapacitar temporariamente pessoas ou materiais que gerem algum risco para o ambiente, além de minimizarem mortes e ferimentos permanentes.

O CCO da Security reforça que o os equipamentos devem ser usados somente quando indispensáveis e na medida mínima necessária para deter algum tipo de agressividade. “O armamento só pode ser usado por agentes de segurança devidamente capacitados e treinados. Esses profissionais precisam realizar, inclusive, cursos obrigatórios de extensão para este fim”, detalha Marcelo.

O Departamento de Polícia Federal, por meio da Portaria 358/09, determina a exigência de formação em vigilância patrimonial e extensão específica para utilizar armas não-letais. 

A Portaria 20 do Departamento Logístico-D Log do Exército, publicada em 27 de dezembro de 2006, traz uma lista de armas não-letais de uso restrito das empresas de segurança especializada e de segurança orgânica. Conheça algumas:

·        Bala de borracha: Devem ser disparadas na direção das pernas, pois se atingirem outros pontos do corpo, como olhos ou garganta, podem ser fatais;

·        Gás lacrimogêneo: Atirado manualmente ou por meio de um lançador, libera um gás que provoca ardência intensa nos olhos, seguida de produção excessiva de lágrimas;

·        Spray de pimenta: O nome científico do gás é Oleoresina Capsicum. Ele causa grande irritação nos olhos e nas vias respiratórias;

·        Bastão de choque: É um aparelho que emite descargas de até 50 mil volts e paralisa temporariamente o agressor;

·        Taser: Pistola que lança dois dardos que penetram na pele e que, conectados à pistola por fios metálicos, liberam descargas elétricas de até 50 mil volts com o objetivo de paralisar o agressor.

A adoção de equipamentos não-letais depende da realização de um projeto de análise de risco do negócio (saiba mais sobre isso). Por isso, o ideal é que os gestores de empreendimentos que demandam serviços de proteção patrimonial busquem por empresas especializadas em gestão e terceirização de segurança.

“Na Security avaliamos as vulnerabilidades e as necessidades do negócio dos nossos clientes para definir as soluções mais adequadas para cada demanda”, comenta Marcelo. O executivo destaca ainda que a empresa seleciona profissionais com perfil adequado para a realização das atividades que envolvem o uso desse tipo de armamento: “também promovemos cursos próprios com o objetivo de mantê-los sempre habilitados para este fim”, encerra. 

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