Gestão de riscos na segurança patrimonial

Segurança Patrimonial - por Security

26 de Fevereiro de 2021

Todo negócio, independentemente do tamanho e do segmento de atuação, apresenta riscos. Seja em uma operação industrial, na administração de um condomínio ou em uma produção agrícola, os riscos existem e são naturais ao dia a dia dos seus gestores.

Embora se busque a todo custo, não existe “risco zero”. Cabe a empresa antever, administrar ou lidar com os impactos frente à integridade das atividades, das pessoas, dos custos e da própria sustentabilidade do negócio como um todo.

“É preciso entender que não se elimina o risco de uma atividade. O que se faz é gerir ou administrar esse fator depois de identificado para mitigar a chance de ocorrência ou reduzir as consequências, com respostas rápidas e eficientes, caso ele se materialize”, explica Marcelo Marques, Chief Commercial Officer da Security.

Ao investir tempo e recursos na gestão de riscos, o gestor tem a possibilidade de reduzir danos ao patrimônio da organização, evitando perdas totais ou parciais das operações, mantendo o nível de segurança elevado e garantindo integridade dos colaboradores e da companhia. Isso sem contar a consequente diminuição na frequência de ocorrências, preservando a continuidade do negócio e processos. Tudo isso se reflete na boa imagem que empresa tem perante o mercado.

O tema de gestão e análise de riscos é amplamente discutido e estudado e ter uma empresa especializada neste mapeamento é essencial para o sucesso desta empreitada. “A análise de risco deve fazer parte do planejamento geral da organização, pois os riscos sempre irão existir”, complementa Marcelo Marques.

 

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Planejamento e prática

Esse estudo leva em conta recursos físicos, tecnológicos e humanos existentes na organização, estimando-se a relação de probabilidade de materialização de um ou mais risco versus o impacto dela para as operações. De acordo com Marcelo Marques, “mais do que identificar potenciais problemas, a análise de risco permite que haja uma relação de tratamento de interdependência entre eles, o que permite uma gestão integrada do cenário”.

“Um projeto como este é pautado pelas normas e recomendações da ISO 31000, que fornece princípios e instruções que atendem a qualquer modelo de negócio.” Explica Marcelo Marques.

 

No planejamento, são analisados entre outros pontos:

  • Estrutura patrimonial da companhia;
  • Informações da localidade e execução de processos;
  • Atratividade da organização (bens, valor agregado e mercado paralelo);
  • Grau de exposição aos riscos,
  • Causa e impactos na organização.

 

O gestor destaca ainda que toda empresa tem vulnerabilidades específicas, mas algumas são comuns a todos os negócios. “Baixo nível de segurança, exposição elevada a ações criminosas, incêndios, sabotagens e ocorrências que expõem de forma negativa a imagem da organização, são alguns que aparecem constantemente nas análises de risco”.

Adequar e dimensionar corretamente o efetivo, os postos de trabalho e o parque tecnológico necessário para a segurança patrimonial são, de acordo com Mario Lucio Tenório, algumas atitudes que podem reduzir os riscos de uma companhia em até 75%. “Quando a empresa entende suas fragilidades e trabalha para mitigar seus riscos, ela pode atingir um patamar considerável de proteção de suas operações”.

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