Inovação e tecnologia nos processos de gestão da Security

- por Security

4 de Junho de 2021

Em um contexto cada vez mais associado à transformação digital, gestores têm investido na digitalização das empresas, o que pode significar impactos bastante positivos em relação à sustentabilidade do negócio, produtividade e ao fluxo de trabalho. Este processo está intimamente ligado à forma de pensar de uma corporação. “É preciso enxergar o negócio de maneira digital, incluindo em uma visão que tem potencial para simplificar procedimentos, observar o comportamento e a experiência de clientes/consumidores/colaboradores”, explica Glauco Ruiz, gerente de TI, Inovação e Projetos da Security Segurança e Serviços.

A tecnologia é um valor enraizado na Security, que o seu CEO, Erick De Luca, entende como um diferencial competitivo para as atividades. “Para a Security a digitalização é algo relevante, pois impacta em processos e práticas que refletem nas nossas entregas para os clientes. Somos uma empresa que busca por inovação. Para nós ela está muito além da tecnologia. Está na aplicabilidade que damos para essa ferramenta em nosso dia a dia”, detalha o executivo.

Estação Digital: impactos da digitalização

Sempre consciente da importância que a tecnologia tem para aprimorar as atividades de uma empresa e sobre como inovação em processos tem capacidade de agregar valor ao negócio, a Security tem investido no projeto chamado “Estação Digital”. O objetivo do trabalho é identificar oportunidades e iniciativas tecnológicas que contribuam com aperfeiçoamento de processos. 

“De reuniões esporádicas do comitê do Departamento de Inovação da Security para compartilhar o que a empresa estava fazendo em termos de planos e atividades que envolviam tecnologias/novidades, o grupo deu origem, em março de 2021, a um projeto maior, mais amplo e de alcance de todos – a Estação Digital”, detalha Glauco. E como a digitalização é um processo de mudança interna e externa, a iniciativa suporta todas as evoluções que afetam as atividades cotidianas da empresa. “O Departamento de Inovação e a Estação Digital funcionam como interlocutores entre todas as áreas da companhia, juntando inteligências e direcionando demandas”, reforça.

Com essa iniciativa, a Security tem ferramentas que permitem acompanhar as mudanças do mercado. “A digitalização faz com que consigamos observar muito mais facilmente e com mais precisão todo detalhamento que envolve cada plano da empresa. Definimos fluxos, responsáveis por cada ação, reduzimos burocracias internas, agilizamos processos”, reforça.

Digitalização e Inteligência Artificial como aliadas do mercado de terceirização

A Estação Digital tem trazido muitos benefícios para a Security. Para algumas das ações desenvolvidas pelo projeto a empresa buscou e estabeleceu uma parceria com a Codifica, uma organização que desenvolve softwares com foco em análise de dados. “Trabalhamos com ciência de dados para extrair padrões e identificar a chamada modelagem preditiva. Usamos informações históricas, fazemos uma leitura do passado, para tentar inferir o que vai acontecer no futuro”, Suemar Everton, cientista de dados da Codifica.

De acordo com ele, as empresas estão entendendo que os dados são valiosos e que é importante analisá-los para extrair padrões e obter vantagem competitiva. “Tudo começa com a necessidade do cliente, o problema que ele quer resolver e partir daí a melhor tecnologia é aquela que vai trazer solução para cada caso específico.”

Companhias especializadas em gestão de segurança, serviços e facilities têm, normalmente, uma capilaridade muito grande. A Security, por exemplo, está presente em mais de 700 municípios de 11 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. “Somamos mais de mil clientes e 7 mil colaboradores, o que nos rende uma quantidade ímpar de documentos para transitar, cadastros para armazenar, profissionais para contratar, procedimentos para estabelecer. Nesse cenário, a digitalização da empresa é mais do que necessária, haja vista o grande volume de dados que movimentamos”, explica Glauco.

Suemar destaca que a implementação de inteligência artificial é bastante assertiva para a Security. “Diante da quantidade de informações que a empresa gere diariamente, a IA é primordial para os gestores da companhia, pois impacta na tomada de decisão de maneira bastante produtiva”.

Análise de dados para gestão de pessoas e processos

O primeiro projeto da Security com a Codifica foi desenvolvido para a área de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO), implementando inteligência artificial nos processos de recrutamento e seleção da empresa. “Essa prática tornou mais ágil, simples e efetivo o processo, pois nossa equipe recebe apenas os currículos que apresentam as características exatas de cada projeto. Isso significa que em vez de entrevistar 50 candidatos, afunilamos essa etapa e conversamos com 10 profissionais mais bem qualificados para as atividades em questão”, detalha Glauco.

“De maneira simples, trabalhamos com dados do passado – por exemplo, agrupamos dados de qualificações dos profissionais versus vaga ocupada, o que nos permite fazer uma leitura do que gerou maior taxa de sucesso nas contratações – e aliamos tudo isso à análise preditiva. Com isso, podemos acessar o banco de talentos da companhia e o sistema, por meio de algoritmos, traz as melhores indicações para um determinado processo seletivo”, explica Suemar.

O segundo passo no uso de inteligência artificial foi o desenvolvimento de um sistema com foco no departamento jurídico da Security. “Este é um setor que, de maneira geral, ainda engatinha quando o assunto é a análise de dados com esse viés analítico. Mas, basicamente, o uso da IA no modelo de transmissão de informações permite que a Security avalie, por exemplo, o desempenho de questões jurídicas por similaridade de causas. Além disso, é possível analisar quais os trâmites adotados em processos, decisões recorrentes ou outras considerações relevantes. Isso fornece para os gestores insumos que podem orientar na tomada de decisão – seja seguindo aquilo que trouxe sucesso para a empresa na condução das ações, seja corrigindo rotas”, detalha o cientista de dados.

Ainda faz parte da Estação Digital a integração e centralização de processos junto ao sistema ERP da companhia, que melhora fluxos de diversos processos, automatizando etapas que costumam ser manuais. Há também iniciativas ligadas ao departamento de qualidade, RPA, à Lei do Bem e LGPD.

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