Engana-se quem acredita que basta as empresas de monitoramento e segurança dispor de tecnologias e alocar profissionais que a proteção está garantida. Nada disso! É preciso realizar uma análise de necessidades e, a partir disso, desenvolver um projeto estratégico de segurança patrimonial.

Os riscos de uma má avaliação são diversos, visto que pode deixar setores descobertos e até expor colaboradores a situações arriscadas. Para que isso não ocorra, é fundamental procurar empresas de segurança patrimonial que tenham experiência e capacidade de realizar esse trabalho complexo de diagnóstico.

Neste artigo, você saberá os riscos que a má avaliação pode desencadear e, ainda, conhecerá os processos essenciais para garantir a sua proteção!

Quais as falhas mais comuns da segurança privada?

Existem diversos riscos e vulnerabilidades que podem ocorrer caso não seja realizada a avaliação eficaz e completa das necessidades do cliente. Os problemas mais comuns são:

1 - Falha no projeto: um projeto de segurança patrimonial bem feito deve reduzir danos, perdas patrimoniais e ações criminosas em geral, protegendo o local e os colaboradores. Entretanto, caso não seja feita uma análise técnica - a fim de detectar as vulnerabilidades - a tendência é que o projeto fique incompleto e, portanto, ineficiente.

2 - Falta de padrão nos procedimentos: como em qualquer atividade, é preciso existir processos e procedimentos padronizadas, a fim de garantir que todas as funções serão desempenhadas adequadamente. Sem isto, os profissionais de segurança privada podem ter dificuldade de agir em determinadas ocorrências.

3 - Má avaliação de riscos: este é um dos problemas mais graves da falta de análise por parte de uma empresa de monitoramento e segurança. Quando não se sabe os riscos e os pontos vulneráveis, não é possível criar um projeto que possa combatê-los.

4 - Falta de treinamento: por se tratar de um serviço terceirizado, é imprescindível que os profissionais que forem alocados nas empresas sejam devidamente treinados. Caso contrário, eles não estarão aptos a proteger a vida e o patrimônio do cliente.

Qual o tipo de risco que pode afetar as empresas?

Para criar um projeto de segurança patrimonial, é fundamental fazer a plena gestão de riscos. Os mais comuns são:

Institucionais: são aqueles que podem causar prejuízos à credibilidade e imagem da organização, levando a perdas de clientes e financeiras;

Patrimoniais: engloba a possibilidade de roubo, estelionato, latrocínio, extorsão mediante sequestro, entre outros crimes;

Operacionais: diz respeito às falhas humanas, problemas com infraestrutura e demais situações adversas que podem desencadear acesso indevido, acidentes, incêndios, descumprimento de procedimentos, entre outros.

Mas como evitar que esses riscos? Somente através de um processo minucioso de identificação, análise e avaliação. Falaremos sobre isso a seguir!

Como evitar a má avaliação da segurança patrimonial?

Para garantir uma avaliação precisa das necessidades de proteção de cada cliente, as empresas de segurança patrimonial precisam adotar como regra o planejamento. Elas devem coletar o máximo de dados possíveis e criar um plano específico de ação.

Nesse projeto inicial, devem constar informações como:

  • Diagnóstico de necessidades;
  • Análise de riscos e vulnerabilidade;
  • Lista de equipamentos que serão essenciais, como câmeras e alarme;
  • Passo a passo do processo de instalação das máquinas;
  • Se há a necessidade de vigilância nas áreas externas;
  • Tabela de valores e condições de pagamento.

Além do planejamento, as empresas de segurança patrimonial devem possuir uma estrutura organizada e recursos humanos treinados, pois isso é essencial para que o serviço seja realmente entregue.

1. Estrutura

Ter uma estrutura física e organizacional eficiente é fundamental para garantir a segurança patrimonial. Quando um alarme toca, por exemplo, é preciso que a estrutura da central de monitoramento esteja funcionando adequadamente - para que o sinal seja recebido e os procedimentos, realizados. Nesta mesma situação, é preciso que os processos estejam organizados para que as ações tomadas sejam as mais adequadas.

2. Recursos humanos

Contar com profissionais capacitados é importante em qualquer atividade, porém, quando se pensa em segurança patrimonial, esse fator é ainda mais primordial.

Um dos motivos que leva as empresas a optarem pelo serviço terceirizado é justamente a dificuldade em organizar e controlar a atuação de profissionais que oferecem serviços afins, como é o caso de um segurança. Por este motivo, as empresas de segurança patrimonial devem administrar esse processo de ponta a ponta, ou seja:

  1. Recrutar os melhores profissionais;
  2. Treiná-los adequadamente;
  3. Organizar os processos que devem ser seguidos;
  4. Acompanhar o trabalho;
  5. Realizar avaliações periódicas;
  6. Mantê-los motivados.

No momento em que é feita a avaliação correta e oferecida a melhor estrutura operacional e humana, são maiores as probabilidades de oferecer uma segurança patrimonial eficiente.

Você está precisando de um projeto de segurança patrimonial para sua empresa ou propriedade? Entre em contato conosco e converse com um de nossos consultores especializados!